Quem nunca viu este clássico? Clichê dos clichês! O filme conta a história de uma atraente prostituta que conhece por acaso um homem milionário, que a contrata por uma semana e que acaba apaixonando-se por ela. No período em que a garota é contratada pelo milionário, ela se transforma em uma mulher elegante, para acompanhá-lo em compromissos sociais. No entanto, os dois começam a se envolver mais profundamente, nascendo uma grande e divertida amizade, além de um carinho imenso, e assim, a relação cliente/garota de programa modifica-se para um relacionamento envolvendo sentimento entre homem e mulher e os dois acabam se apaixonando verdadeiramente e terão que enfrentar tudo e todos para poderem vivem esse grande amor, que é cercado de muitos preconceitos da sociedade, momentos engraçadissimos e o fato dela ser uma simples prostituta do subúrbio e ele, um homem conceituado perante as pessoas.
Hoje muita gente também quer viver um conto de fadas, conhecer um príncipe encantado, que venha num cavalo branco. Tenho algumas amigas que estao esperando este sujeito, (sentadas é claro!).Não sou contra, acho que isso acontece com alguns. Sou a favor do amor, acredito no amor, acredito nos sonhos improváveis e nos chamados, amores impossíveis.
Só não acredito no conceito e na busca pela perfeição, que infelizmente alguns buscam, pois procuram um parceiro companheiro e quando encontram, querem que ele seja bonito, além disso, que seja rico, que seja educado, que tenha sucesso profissional e por aí vai, sempre mais e mais...a lista de exigências só aumenta. A busca pelo companheiro ideal nunca acaba, aquela velha história que a grama do vizinho sempre é mais verde.
É lógico que existem pessoas com inumeras qualidades, que de tão boas, quase nao se detecta os defeitos, ou apenas o suprimem, fazendo valer a pena. É preciso ponderar, ver além, tem a visão do coração. Seria muito bom para muitos casais enxergar a bondade num gesto, o carinho numa palavra, o amor num olhar, sem necessariamente expressar palavras conhecidas.
Tenho amigas que tem sorte e outras com sorte alguma para arrumar namorados. Podemos definir a sorte como o acaso aproveitado ou até mesmo como uma inconsequencia do acaso....isso mesmo, inconsequencia, uma série de fatores que eram pra nao acontecer, mas por caprichos acabam acontecendo, e isso é otimo.
No filme a personagem Vivian tem muita sorte, em uma parte do filme, pra quem lembra, onde Julia Roberts não aceitou a oferta de ir pra Nova York e ficar em um apartamento, ter um carro e muitas lojas para fazer compras, ela queria o conto de fadas. O dialogo dos dois é sensacional:
Vivian Ward: Eu quero mais!
Edward Lewis: Eu sei o que é querer mais, eu inventei o conceito. A questão é o que mais?
Vivian Ward: Quero o conto de fadas!
Pra mim quando ela fala que quer o conto de fadas significa que ela quer Amor, quer amar e ser amada. E nós homens precisamos entender que esse amor, transcende muitas coisas, dentre elas a compreensão, o carinho , o afeto, o companheirismo e o cuidado.
Acho que nenhuma mulher deve abrir mão disso em troca de uma vida confortável, mas sem amor. Tem que ter ousadia, é aí que tá a emoção da coisa, ter um amor difícil e arrebatador é sua grande beleza. Claro que o amor é também feito de egoísmos, de narcisismos mas, ainda assim, ele busca algo maior. Amar exige coragem e hoje vemos muitos covardes por aí.
24 de junho de 2012
3 de junho de 2012
Escolha
Sabe aqueles momentos de questionamentos que nos afligem de maneira tão intensa que é difícil até dormir? Momentos que nos questionam: Estamos no caminho certo? É isso que eu quero para minha vida? uau! Como é complicado responder estas e outras tantas questões relacionadas ao nosso plano de futuro, nossa missão.
Pode parecer inocência da minha parte explanar devaneios que todo adolescente tem, e que acredito que muitos adultos lutam para não ter ou até mesmo sufocam estes pensamentos. Mas a vida é assim, algumas coisas simplesmente ressurgem, como uma Fênix, renascida não das trevas, mas do interior tão profundo que as camadas que a cobriam nem sequer pareciam existir.
Outro dia, assisti novamente, o filme Homem Aranha - 3, onde Peter Parker estava com uma vida razoavelmente equilibrada com seu amor Mary Jane e suas obrigações de super herói. Mas quando em contato com uma força desconhecida, sua roupa se transforma em negra e seu lado sombrio e vingativo vem a tona, deixando apagado seu jeito benevolente e autruista, negligenciando as pessoas que realmente importam com ele. O filme traz o melhor estilo de aventura que Hollywood sabe fazer tao bem e nos faz pensar também nos momentos que temos que escolher entre a sedução do poder ou o estilo que fomos criados e costumados a ser.
Essa escolha é maravilhosa em todos os aspectos da nossa vida, "cada escolha requer uma renúncia", renunciar é abrir mão, é abandonar e escolher o outro caminho, mas não quer dizer desistir. Afinal chega uma época na vida em que é preciso abandonar algumas coisas que possuímos por muito tempo. O apego pode reduzir nossa grandeza porque nos conduz pelos velhos caminhos que nos levam sempre as mesmos lugares.
É preciso mudar e renovar, por isso é preciso sacrificar o que já está antigo e velho em nós. É preciso confiança, auto-estima, inteligência e ousadia, porque se não houver uma pitada de ousadia em nossa jornada, teremos sido apenas uma fração do que poderíamos ter sido.
Albert Einsten, já definia Insanidade como a realização das mesmas coisas esperando resultados diferentes, assim não dá, tem que arriscar de vez em quando. E os riscos requerem sacrifício, requerem escolher outro caminho, ainda que esse caminho seja mais longo, espinhoso ou duro.
Mesmo que esse caminho nem sempre nos provoque prazer ou certezas, e mesmo que esse caminho nos faça sangrar e até mesmo em algum momento nos provoque dúvidas. Esse caminho deve ser fruto de nossa escolha.
Fica a lição que o próprio Peter Parker fala em uma das ultimas frases do filme: "não importa o que nos aconteça, nem mesmo as nossas lutas internas. Nós sempre temos escolha. (...) As nossas escolhas determinam quem somos. E sempre podemos escolher fazer o certo".
Pode parecer inocência da minha parte explanar devaneios que todo adolescente tem, e que acredito que muitos adultos lutam para não ter ou até mesmo sufocam estes pensamentos. Mas a vida é assim, algumas coisas simplesmente ressurgem, como uma Fênix, renascida não das trevas, mas do interior tão profundo que as camadas que a cobriam nem sequer pareciam existir.
Outro dia, assisti novamente, o filme Homem Aranha - 3, onde Peter Parker estava com uma vida razoavelmente equilibrada com seu amor Mary Jane e suas obrigações de super herói. Mas quando em contato com uma força desconhecida, sua roupa se transforma em negra e seu lado sombrio e vingativo vem a tona, deixando apagado seu jeito benevolente e autruista, negligenciando as pessoas que realmente importam com ele. O filme traz o melhor estilo de aventura que Hollywood sabe fazer tao bem e nos faz pensar também nos momentos que temos que escolher entre a sedução do poder ou o estilo que fomos criados e costumados a ser.
Essa escolha é maravilhosa em todos os aspectos da nossa vida, "cada escolha requer uma renúncia", renunciar é abrir mão, é abandonar e escolher o outro caminho, mas não quer dizer desistir. Afinal chega uma época na vida em que é preciso abandonar algumas coisas que possuímos por muito tempo. O apego pode reduzir nossa grandeza porque nos conduz pelos velhos caminhos que nos levam sempre as mesmos lugares.
É preciso mudar e renovar, por isso é preciso sacrificar o que já está antigo e velho em nós. É preciso confiança, auto-estima, inteligência e ousadia, porque se não houver uma pitada de ousadia em nossa jornada, teremos sido apenas uma fração do que poderíamos ter sido.
Albert Einsten, já definia Insanidade como a realização das mesmas coisas esperando resultados diferentes, assim não dá, tem que arriscar de vez em quando. E os riscos requerem sacrifício, requerem escolher outro caminho, ainda que esse caminho seja mais longo, espinhoso ou duro.
Mesmo que esse caminho nem sempre nos provoque prazer ou certezas, e mesmo que esse caminho nos faça sangrar e até mesmo em algum momento nos provoque dúvidas. Esse caminho deve ser fruto de nossa escolha.
Fica a lição que o próprio Peter Parker fala em uma das ultimas frases do filme: "não importa o que nos aconteça, nem mesmo as nossas lutas internas. Nós sempre temos escolha. (...) As nossas escolhas determinam quem somos. E sempre podemos escolher fazer o certo".
1 de maio de 2012
Porque escrever ?
Quem escreve, a principio escreve pra si mesmo, e num segundo momento quando divulga o que escreveu almeja que seja lido, deseja passionalmente que suas palavras se comuniquem com o outro lado, com o leitor.
Em tempos onde a palavra de ordem é “interatividade” e todo mundo está interligado através das redes sociais, saber se expressar é algo tão desejável quanto uma boa aparência. E utilizamos tudo ao nosso alcance, comecei com o face e com o orkut, mas hoje bandeio para os lados do blogspot, linkedin, slideshare, youtube, flicker, sites, etc...
Em meu blog eu tento escrever para dar ao mundo uma visão que é peculiar e comum ao mesmo tempo. É uma forma de expressão, de desabafo, de apoio, de cuidado, de externação e arte.
Em meu blog eu tento escrever para dar ao mundo uma visão que é peculiar e comum ao mesmo tempo. É uma forma de expressão, de desabafo, de apoio, de cuidado, de externação e arte.
Nossas opiniões na maioria das vezes são formadas pelo ambiente e as pessoas com quem convivemos e também através do que lemos e assistimos. Essa influencia vem de maneira intensa, poderosa e feroz de modo a criar um novo eu a cada dia.
É da natureza humana refletir, pensar, analisar e criar sempre uma opinião própria a respeito daquilo que seus olhos vem, sua pele sente e sua boca prova. Essa mistura de sensações provoca uma verdadeira inquietude que as vezes pode até assustar (isso é normal).
O ser humano muitas vezes é dominado pelo medo, porém é liberto pela sabedoria, uma mente expandida nunca volta ao que era antes. Isso é fantástico. Sempre, sempre, sempre podemos ressignificar as coisas...
O ser humano muitas vezes é dominado pelo medo, porém é liberto pela sabedoria, uma mente expandida nunca volta ao que era antes. Isso é fantástico. Sempre, sempre, sempre podemos ressignificar as coisas...
É dessa sopa de letrinhas, de gerações, de egos e de almas que o caldo da vida se faz! E como é bom poder saborear e evoluir se atualizando com o conhecimento que surge eternamente na infinita novidade que é esse mundão.
24 de março de 2012
Farinha do mesmo saco
Outro dia um amigo falou pra outro de mim e da mari assim: "Ah esses dois!" ...só isso, num tom carinhoso e com um pequeno suspiro no final.
Acho que isso reflete bem o que to sentindo no momento: Eu e a Mari somos assim, farinha do mesmo saco, cheiro de café marcante, luz da mesma estrela, degrau da mesma escada.
Somos tão parecidos que ás vezes parece até que somos irmãos, não fisicamente, não, isso não, mas porque nos entendemos tão bem. E também somos tão diferentes que alguns podem acreditar que estamos em sintonias totalmente distintas, mas isso também não é verdade, isso se chama complemento.
Embora saibamos que a vida a dois não é fácil, fico orgulhoso de sermos um casal assim. Dos invejosos já ouvi absurdos do tipo: "Que grude esses dois"! Somos assim, romanticos, meio bobos, meio loucos! Mas deixemos isso pra lá!
A verdade é que não se sabe onde termina um e onde começa o outro. Nossas frases surgem juntas e misturadas formando um único pensamento, que só nós conseguimos distinguir o que é de cada um. As vezes a conexão é perfeita, as vezes apocaliptica.
A verdade é que não se sabe onde termina um e onde começa o outro. Nossas frases surgem juntas e misturadas formando um único pensamento, que só nós conseguimos distinguir o que é de cada um. As vezes a conexão é perfeita, as vezes apocaliptica.
Os desejos da mulher/leoa colorem as palavras do homem/poeta. Seria clichê dizer que um completa o outro, mas fazer o quê se é isso mesmo. A razão de um sobressai sobre a emoção do outro e vice versa.
Eu sou o sumo e a mari é a polpa, misturadas nossas essências, que refrescante suco dá! A sensibilidade infinita do coração dela diluída na desvairada loucura que carrego. Um preenchendo os espaços vazios do outro com cores brilhantes. Eu, iluminado pelo sol , ela refletindo a lua . Ese contraponto nos torna fortes para as batalhas diárias. Somos dois ao mesmo tempo em que somos um, uma curiosa peculiaridade daquilo que chamamos de afinidade.
Teria Deus concedido esse encontro porque merecemos? Talvez sim se considerássemos os outros tantos desencontros que já tivemos. De mãos dadas continuemos a caminhada que é ardua e linda todos os dias.
29 de fevereiro de 2012
Drácula
Sempre me questiono quando vejo uma amiga bonita, interessante, legal, inteligente, sexy, divertida (ora com todas as qualidades ora com algumas dessas pelo menos) solteira, sendo dispensada por um zé mané. Isso mesmo, sendo largada de novo e de novo por um carinha qualquer.
Também vi alguns amigos muito bacanas, namorando meninas fúteis, sem graça, e com inteligencia que poderia ser classificada entre um gorila e um orangotango. Que coisa né!
Isso sempre me intrigou, pois meus amigos sempre reclamam que não encontram mulheres para namorar e as mulheres também dizem a mesma coisa. Tá na hora de apresentar essa galera. Mas após algumas observações é possível detectar alguns comportamentos bastante similares que podemos descrever como síndrome de Drácula.
Síndrome de Drácula é quando a pessoa ao se relacionar com seu parceiro, o sufoca, suga suas forças e consome toda sua energia, pouco a pouco, mas ao contrário do impiedoso Vladimir Dracul, que ficou conhecido pela sua crueldade, seu jeito frio de lidar com os inimigos, não sabe que isto está acontecendo. Vai matando a vitima, que na verdade é o próprio amor sem perceber que o sangue está jorrando.
Como o grande Vampiro, a vitima é seduzida, pelo seu charme, seu jeito encantador de olhar, de tocar, tem todos aqueles momentos que cheiro é cheiro, beijo é gosto, pele é química e isso leva a prova, não metafórica, mas literal, palavra por palavra, beijo por beijo, ao vivo e sem cortes, sem censura. A paixão é arrebatadora e como numa cena de Bram Stoker começam a aparecer muitas névoas, começa um processo de hipnose onde a realidade é desorientada...acontece.
Essa áurea de magia e encanto é linda, quase vencedora de um Oscar, mas com o passar do tempo as máscaras caem, os dentes proeminentes se destacam cada vez mais e a mordida está próxima, um sangue será derramado, aliás, muito sangue será derramado, assim como lágrimas que virão na sequencia. A grande diferença é que ninguém ganha no final. Ninguém sobrevive a isso
Tomara que todos encontrem no caminho o verdadeiro Van Helsing com sua estaca de madeira, para libertar esse dilema, esse carma que as vezes não quer ir embora, tem que tomar rumo certo, parar de chupar o sangue alheio e tomar gosto pelo amor, pela liberdade de viver junto, para o outro sem depender do outro. Tudo na vida é escolha, todos nós escrevemos a nossa maneira e sempre tem alguém dando sopa por aí esperando ser a breve introdução, prefácio ou quem sabe um belíssimo capítulo. Depende do desenvolver do texto e de como o personagem vai afetar o autor.
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